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Assessores relatam 'abatimento' de Erenice antes da demissão
A ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, estava “abatida e psicologicamente desgastada” na noite anterior ao pedido de demissão, segundo assessores do Palácio do Planalto. Erenice deixou cargo nesta quinta-feira (16), após denúncias de que o filho dela, Israel Guerra, teria intermediado contratos de empresas privadas com o governo.

Na noite desta quarta (15), a ex-ministra conversou com assessores sobre o “sofrimento” que estava passado diante das acusações de que teria praticado tráfico de influência em benefício do filho.

Segundo esses assessores, a ex-ministra entendeu que, se continuasse no cargo, seria diariamente “bombardeada com reportagens sobre ela e familiares”. Na véspera da demissão, ela teria reafirmado que é inocente, mas demonstrou abatimento. Erenice pediu conselhos e se mostrou preocupada com a possibilidade de continuar sendo manchete dos jornais nos próximos dias.

Na manhã desta quinta (16), de acordo com assessores, a ex-ministra chamou o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, para uma reunião na residência dela. Também pela manhã, a ministra se reuniu com o advogado Sebastião Tojal, contratado por ela para mover um processo contra a revista "Veja".

Durante a conversa com Franklin Martins, Erenice disse que estava “propensa” a pedir demissão. Martins teria dito que ela estava se “precipitando”. A ministra teria dito, então, ao colega: "Cheguei ao meu limite. A cada dia aparece algo novo na imprensa".

Erenice, então, afirmou que conversaria com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o assunto e marcou uma reunião privada, que ocorreu no final da manhã.

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