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O diretor da Central de Inteligência Americajna (CIA), serviço secreto dos Estados Unidos, Leon Panetta afirmou neste domingo (27), em uma entrevista ao programa "This Week", da rede de TV ABC, que o Irã terá condições de preparar uma boma atômica em dois anos e já possuir quantidade de urânio tem urânio enriquecido em quantidade suficiente para fazer duas bombas atômicas.

Segundo Panetta, as sanções econômicas aprovadas no dia 10 deste mês pelo Conselho de Segurança da ONU de pouco adiantarão para frear a iniciativa iraniana de seguir com seu programa nuclear. Ele também faz referência a outras sanções aprovadas pela União Europeia e pelo próprio Congresso dos EUA. As nações ocidentais dizem que o trabalho nuclear do Irã tem como objetivo a construção de armas atômicas, mas Teerã diz que o programa é para o uso civil de energia.

Os EUA acreditam que o Irã tenha, no momento, uma quantidade razoável de urânio pouco enriquecido para a fabricação de duas armas nucleares, mas primeiro, eles teriam que enriquecê-lo, disse o diretor da Central de Inteligência.

Panetta acredita que o Irã poderia ser capaz de ter um sistema de armamentos nucleares estabelecido em 2012. "Se eles resolverem tomar essa decisão, eles provavelmente levarão um ano para chegar lá e, provavelmente, precisarão de mais um ano para desenvolver um sistema de entrega de armas para tornar isso possível," disse Panetta.

Afeganistão
O dirigente também deu um relato preocupante sobre a guerra no Afeganistão, ao dizer que o Talibã parece estar se fortalecendo com um crescente aumento da violência, mesmo enquanto as forças lideradas pelos EUA minam o movimento islâmico, com ataques à suas lideranças.

As tropas tem feito progresso, nesses quase nove anos de conflito, mas "ele tem sido mais difícil e mais lento do que eu acho que todos imaginaram que seria," disse Panetta ao programa da rede de TV ABC, "This Week". Ele não respondeu diretamente a uma pergunta sobre se a guerra está sendo ganha.

Um foco duro foi apontado para a estratégia dos EUA na semana passada, quando o presidente Barack Obama demitiu o General Stanley McChrystal do cargo de comandante principal no Afeganistão e colocou o General David Petraeus, no seu lugar.

Agora legisladores dos dois partidos dos EUA exigem mais respostas sobre o progresso da guerra. Alguns deles vão fazer essas perguntas a Petraeus, na terça-feira, dia da sua audiência de confirmação no cargo.



27/06/2010 23h54 - Atualizado em 28/06/2010 00h03
Diretor da CIA afirma que Irã pode ter bomba em dois anos
Em entrevista, Leon Panetta diz que sanções contra Irã não terão efeito.
Ele admite não ter novas notícias de Bin Laden e problemas no front afegão.

Do G1, com agência internacionais
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O diretor da Central de Inteligência Americajna (CIA), serviço secreto dos Estados Unidos, Leon Panetta afirmou neste domingo (27), em uma entrevista ao programa "This Week", da rede de TV ABC, que o Irã terá condições de preparar uma boma atômica em dois anos e já possuir quantidade de urânio tem urânio enriquecido em quantidade suficiente para fazer duas bombas atômicas.
Leon Panetta, em entrevista ao programa 'This Week', na ABC.Leon Panetta, em entrevista ao programa 'This Week', na ABC. (Foto: AP)

Segundo Panetta, as sanções econômicas aprovadas no dia 10 deste mês pelo Conselho de Segurança da ONU de pouco adiantarão para frear a iniciativa iraniana de seguir com seu programa nuclear. Ele também faz referência a outras sanções aprovadas pela União Europeia e pelo próprio Congresso dos EUA. As nações ocidentais dizem que o trabalho nuclear do Irã tem como objetivo a construção de armas atômicas, mas Teerã diz que o programa é para o uso civil de energia.

Os EUA acreditam que o Irã tenha, no momento, uma quantidade razoável de urânio pouco enriquecido para a fabricação de duas armas nucleares, mas primeiro, eles teriam que enriquecê-lo, disse o diretor da Central de Inteligência.

Panetta acredita que o Irã poderia ser capaz de ter um sistema de armamentos nucleares estabelecido em 2012. "Se eles resolverem tomar essa decisão, eles provavelmente levarão um ano para chegar lá e, provavelmente, precisarão de mais um ano para desenvolver um sistema de entrega de armas para tornar isso possível," disse Panetta.

Afeganistão
O dirigente também deu um relato preocupante sobre a guerra no Afeganistão, ao dizer que o Talibã parece estar se fortalecendo com um crescente aumento da violência, mesmo enquanto as forças lideradas pelos EUA minam o movimento islâmico, com ataques à suas lideranças.

As tropas tem feito progresso, nesses quase nove anos de conflito, mas "ele tem sido mais difícil e mais lento do que eu acho que todos imaginaram que seria," disse Panetta ao programa da rede de TV ABC, "This Week". Ele não respondeu diretamente a uma pergunta sobre se a guerra está sendo ganha.

Um foco duro foi apontado para a estratégia dos EUA na semana passada, quando o presidente Barack Obama demitiu o General Stanley McChrystal do cargo de comandante principal no Afeganistão e colocou o General David Petraeus, no seu lugar.

Agora legisladores dos dois partidos dos EUA exigem mais respostas sobre o progresso da guerra. Alguns deles vão fazer essas perguntas a Petraeus, na terça-feira, dia da sua audiência de confirmação no cargo.


Sanções
Na entrevista, Panetta disse que as novas sanções podem criar sérios problemas econômicos e ajudar a enfraquecer o governo de Teerã. "Isso vai desencorajá-los a alcançar seus objetivos em relação ao seu desenvolvimento nuclear? Provavelmente, não," disse ele, completando que o Irã continua a desenvolver o seu programa nuclear.

Bin Laden
Segundo Panetta, há alguns anos que o serviço de inteligência dos EUA não tem uma boa informação sobre o paradeiro de Osama bin Laden, líder da rede terrorista Al Qaeda,.

As autoridades dos EUA não recebem "informações precisas sobre o paradeiro dele (bin Laden)," desde "o começo dos anos 2000," disse Panetta. "Desde então, tem sido muito difícil obter qualquer informação sobre a sua localização exata," disse Panetta. "Ele está, obviamente, se escondendo muito bem... Ele está escondido em uma zona tribal, em alguma das tribos do Afeganistão".

Localizar o refúgio do homem mais procurado do mundo, na fronteira sem lei do Afeganistão com o Paquistão, tem sido o objetivo do mundo ocidental desde os ataques de 11 de setembro de 2001, quando o Talibã rejeitou o pedido dos EUA para que eles entregassem o líder da Al Qaeda.

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