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Os funcionários da Coordenadoria de Assistência Social (COSEAS) aprovaram na manhã desta segunda-feira (28) o fechamento até pelo menos a próxima quarta-feira (30) da Creche Central que funciona no campus da USP na Zona Oeste de São Paulo. Nesta manhã, um piquete impediu a entrada de cerca de 20 crianças, filhas de funcionários e estudantes da universidade, segundo os grevistas.

Ainda de acordo com os grevistas, uma parte dos pais que vieram com os filhos até o campus não foram informados da greve, pois a Associação de Pais e Funcionários da Creche Central não repassou um comunicado da paralisação, divulgado pelo sindicato na última semana. A outra parte dos pais é contrária à greve e se dirigiu à unidade com o intuito de protestar.

Até sexta-feira (25), a Creche Central funcionou parcialmente, mas vinha recebendo pressões de outros setores que se viam forçados a trabalhar para garantir a assistência necessária à creche. “Nós estávamos trabalhando três dias e ficávamos parados dois dias para acompanhar os atos mais importantes da greve”, afirmou Ana Cristina Araújo, professora da creche.

As outras quatro creches que atendem aos filhos dos funcionários da USP já tinham aderido à greve, que já dura quase dois meses. O funcionários da COSEAS aproveitam para protestar contra o desconto de dez dias parados feitos nas folhas de pagamento de funcionários escolhidos aleatoriamente.

Na próxima quarta-feira (30), o Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) volta a se reunir com o Comitê de Negociação da universidade. Antes disso, a reitoria da USP não pretende se manifestar a respeito da greve.

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